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Tufão nas Filipinas: governo admite 2.357 mortes e revê projeções

Segundo o Conselho para a Gestão e Redução de Desastres há ainda 3.891 feridos

 Publicado em  15/11/2013 às 09h00  Brasil  Mundo


O governo filipino elevou a 2.357 o número de vítimas fatais em decorrência da passagem do tufão Haiyan, localmente chamado de Yolanda, que devastou o centro do país na semana passada. Segundo o Conselho para a Gestão e Redução de Desastres das Filipinas, há ainda 3.891 feridos e de 77 desaparecidos, em um processo lento de contagem dos danos e perdas. Foram também divulgadas listas de nomes de mortosferidos, e desaparecidos.

A chegada de equipes de resgate a áreas de acesso mais difícil a partir desta quinta-feira (14) pode fazer com que o número de pessoas mortas seja elevado abruptamente nas próximas horas ou dias. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 10 mil pessoas podem ter perdido a vida em um evento que afetou 9 milhões de pessoas. Até o início desta semana, o presidente filipino, Benigno Aquino, tentava desmentir as projeções da ONU e de outras organizações, estimando o total de mortes entre 2.000 e 2.500.

organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) alertou que muitas ainda não tiveram auxílio algum em função de dificuldades de deslocamento das equipes e outros entraves de logística. O norte da ilha de Cebu, o leste da ilha de Samar, a ilha de Panai, e o oeste da província da Leyte estão entre essas áreas.

Segundo os dados oficiais, o mais recente tufão nas Filipinas torna-se a terceira catástrofe natural mais grave da história do arquipélago. Um tsunami de 1975 (8 mil mortes) e inundações em 1991, na tempestade "Telma" (5,1 mil mortes) permanecem como as tragédias de maior impacto. A estimativa de desalojados é de 112 mil pessoas em 50 cidades, espalhadas em 1.099 abrigos.

Fotos divulgadas pelo serviço Digital Globe, por meio de agências de imagens internacionais, mostram fotos de satélite antes e depois da passagem do tufão.

Os ventos de mais de 225 km/h aliados à subida do nível do mar podem ter provocado perdas de 4.000 milhões de pesos filipinos (R$ 213,7 milhões), incluindo 80 mil casas além da infraestrutura básica do país.

Ainda segundo as autoridades filipinas, a ajuda externa, mobilizada a partir de apelo da ONU e de outras organizações à comunidade internacional, soma 3.800 milhões de pesos (R$ 203,1 milhões), oferecida por 36 países e organizações. A ONU vê necessidade de US$ 301 milhões (R$ 702,7 milhões) nos próximos seis meses.

Conteúdo Agência Brasil

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