Publicado em 23/01/2014 às 15h20 Sumaré Cidades
Membros das secretarias de Habitação e de Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Sumaré, por meio de assistentes sociais do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) do Matão, além da empresa responsável pelo PTTS (Projeto de Trabalho Técnico Social) relativo ao empreendimento, estiveram na manhã desta quinta-feia (23), no Residencial Emílio Bosco, localizado na região do Matão. O objetivo foi reunir alguns moradores para um encontro com orientações sobre a boa convivência dentro do condomínio, tema que tem sido alvo de recorrentes reclamações feitas pelos próprios beneficiários pelo projeto habitacional oficial.
“Convocamos pessoas de alguns blocos do residencial e vamos continuar promovento outros encontros, embora estas orientações sejam dadas desde que os moradores se mudaram (em outubro de 2013). A maioria das reclamações que recebemos se refere a barulho, crianças que brincam desacompanhadas dentro do condomínio e, o mais grave, o uso de álcool, o que atrapalha bastante a convivência destas famílias”, explicou a secretária de Habitação, Geralda Magalhães, que esteve presente nesta primeira reunião. Ainda de acordo com ela, membros do Conselho Tutelar também foram convidados, mas não compareceram.
Segundo técnicos da Secretaria Municipal de Habitação, outros encontros como o desta quinta-feira serão promovidos, ampliando a participação de moradores de outros blocos que ainda seram convidados. Além disso, a ideia é que as reuniões funcionem como uma “roda de conversa”, com os moradores se posicionando em relação aos assuntos tratados.
RESIDENCIAL
O empreendimento, destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil (Faixa I), recebeu investimento de mais de R$ 34,7 milhões, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), e foi viabilizado por meio de parceria entre a Prefeitura de Sumaré e o Programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal. Atendendo às exigências de qualidade do PMCMV, os residenciais são equipados com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e disponibilidade de acesso ao transporte público. No total, o Residencial Emílio Bosco beneficiou 560 famílias de baixa renda que viviam em ocupações irregulares e áreas de risco de Sumaré.
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