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Quando a TI falha, a empresa para: por que prevenção é parte da gestão

Monitoramento, segurança e planejamento ajudam empresas a reduzir riscos de paralisações

 Publicado em  24/08/2026 às 14h35  Indaiatuba  Cidades


Capacitação de profissionais também faz parte dos serviços

Capacitação de profissionais também faz parte dos serviços
Foto: Divulgação

Uma falha na internet, no servidor ou em um sistema pode parecer um problema pontual, mas, dentro de uma empresa, o impacto pode se multiplicar rapidamente. Se dezenas de funcionários dependem daquela estrutura para trabalhar, uma interrupção pode significar horas de produtividade perdida. É nesse cenário que a gestão de tecnologia da informação (TI) deixa de atuar apenas quando algo quebra e passa a ter papel preventivo na rotina dos negócios.
Segundo a GSS Soluções em Tecnologia, de Indaiatuba, um dos problemas ainda comuns nas empresas é concentrar toda a responsabilidade de TI em um único profissional. A complexidade da infraestrutura, porém, envolve diferentes áreas, como redes, servidores, segurança, câmeras e sistemas. “A nossa proposta é uma gestão estruturada é justamente antecipar problemas. Entre os recursos utilizados estão o monitoramento ativo da infraestrutura, firewall, sistemas de backup e redundância de internet”, afirma o diretor Genivaldo Santos da Silva. “Com o acompanhamento, a equipe de TI pode receber alertas quando alguma anormalidade é identificada e agir antes que a falha chegue ao usuário.”
A redundância é um exemplo. Se uma empresa depende de uma única conexão de internet e ela apresenta instabilidade, toda a operação pode ser afetada. Com uma segunda conexão, é possível manter o serviço funcionando enquanto o problema é solucionado. O mesmo princípio vale para outras estruturas críticas: identificar os pontos de vulnerabilidade antes que eles provoquem uma interrupção.
Outro aspecto é o planejamento dos investimentos. Em vez de simplesmente recomendar uma série de equipamentos e serviços, a GSS afirma que realiza um diagnóstico do ambiente e estabelece, junto ao cliente, um plano de ação. As melhorias são organizadas por prioridade e podem ser distribuídas ao longo do tempo. “Nem tudo tem que ser feito de imediato”, explica Genivaldo. 
A segurança da informação também está integrada a esse planejamento. Medidas como firewall, antivírus, backup e adequação dos ambientes tecnológicos às regras da LGPD ajudam a reduzir os riscos, embora nenhuma estrutura esteja completamente imune a ataques. Para o diretor, a prevenção é uma forma de diminuir a exposição e evitar que uma ocorrência se transforme em paralisação ou prejuízo maior.
A inteligência artificial também começa a fazer parte dessa rotina. Na GSS, ferramentas de IA são utilizadas para apoiar análises, produtividade e monitoramento. Em sistemas de segurança, por exemplo, podem auxiliar na identificação de eventos que exigem atenção e na geração de alertas.
A necessidade de equipes especializadas também levou a empresa a investir na formação de profissionais. Há cerca de quatro anos, a GSS mantém um centro de capacitação que oferece cursos internos e também abre turmas para o público externo. As atividades têm caráter prático, com aulas voltadas a manutenção de computadores e celulares, redes e sistemas de câmeras. 

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