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Professor na abordagem maker: mediar e avaliar para transformar

No ambiente maker, o erro é compreendido como parte do processo de aprendizagem

 Publicado em  30/03/2026 às 11h08  Indaiatuba  Educação


Mediação é marcada por escuta ativa e educador orienta alunos a buscar caminhos próprios no processo

Mediação é marcada por escuta ativa e educador orienta alunos a buscar caminhos próprios no processo
Foto: Divulgação

Por: Leila Rodrigues 

Na Educação Maker, o professor deixa de ocupar o centro do processo como transmissor de conteúdos e assume o papel de facilitador da aprendizagem. Essa mudança transforma a forma de planejar, mediar e avaliar, pois o foco passa da transmissão de informações para a criação de experiências que despertam a curiosidade, incentivam a investigação e valorizam o aprender fazendo.
Planejar, nesse contexto, significa organizar ambientes colaborativos e desafiadores, nos quais os estudantes possam explorar ideias e propor soluções para problemas reais. O planejamento não se limita à definição de atividades, mas envolve considerar os materiais disponíveis, o tempo para experimentação e os momentos de reflexão sobre o que foi construído, tanto em termos de produto quanto de conhecimento.
A mediação é marcada por escuta ativa, perguntas provocadoras e acompanhamento constante. Em vez de oferecer respostas prontas, o educador orienta os alunos a buscar caminhos próprios, testar hipóteses e aprender com os erros. Essa postura favorece a autonomia e fortalece o pensamento crítico, competências essenciais para o século XXI.
No ambiente maker, o erro é compreendido como parte do processo de aprendizagem. Cabe ao professor criar uma cultura em que errar seja permitido, refletir seja incentivado e recomeçar seja valorizado, fortalecendo a autoconfiança e a perseverança.

AVALIAÇÃO
A avaliação assume caráter processual e formativo. Não se restringe ao resultado final, mas acompanha o percurso, reconhece o esforço, valoriza a colaboração e observa a capacidade de resolver problemas. Portfólios e autoavaliações tornam-se instrumentos importantes, pois permitem que o estudante reconheça conquistas e identifique desafios.
Assim, o planejamento precisa ser flexível e aberto a ajustes e às ideias que surgem durante o projeto, mantendo o protagonismo estudantil. Ser facilitador exige intencionalidade e sensibilidade: o professor atua como guia, oferecendo suporte para que os estudantes explorem, experimentem e construam conhecimento de forma criativa.
 

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