Publicado em 16/12/2021 às 23h46 Brasil Saúde
Bárbara Garcia
[email protected]
A palavra Yoga vem do Sânscrito e significa “união”, principalmente entre corpo, mente e alma. Ela surgiu na Índia há mais de 5.000 anos, e na sua raiz mais clássica, propõe um caminho para o autoconhecimento fundamentado em conceitos e práticas, que formam a “Ashtanga”, que são os pilares da Yoga clássica.
Para a professora e Yogaterapeuta, Clara Coelho de Carvalho, de 33 anos, formada no centro chamado Yoga Vydia Gurukul, na Índia, em 2009, com especialização em Yogaterapia pela mesma instituição em 2019, essa prática é possível e acessível para todos, independente de limitações do corpo, gênero, idade, ou classe social.
Yoga Online na Pandemia
Desde o ano passado, diante do começo da Pandemia do Coronavírus, Clara viu a necessidade de montar um plano de aulas online, com diversas modalidades. Ela oferece tanto o pacote de aulas coletivas, como também o atendimento individual como Yogaterapeuta. Ela explica melhor a diferença:
“Nas aulas coletivas, tive que resumir em 60 minutos uma prática que contemple as respirações, as visualizações, o relaxamento e as posturas físicas. Por isso, nas aulas em grupo praticamos a Yoga de forma mais generalizada”.
A Yogaterapia, por sua vez, consiste em um atendimento totalmente personalizado, “aplicando os conceitos filosóficos da Yoga de acordo com o que cada pessoa vai relatando de suas experiências e sentimentos”, explica ela, que também se formou em Yoga Educativa – essa mais voltada a crianças e adolescentes – em 2018, com um método desenvolvido por Maurício Salem, para ser colocado em escolas.
Hatha
Clara trabalha com várias modalidades da Yoga: a mais clássica, é conhecida como Hatha, que tem esse nome pois “Ha” significa Sol e “Tha”, Lua, em Sânscrito.
“É uma aula suave, em que trabalhamos as polaridades das energias, por isso remete ao Sol e a Lua, Yn e Yang, Claro e Escuro. Nessa aula dedicamos um terço ao relaxamento: tanto no começo, com os exercícios de respiração e recitação do Mantra OM, quanto no final, quando fazemos a finalização deitados de barriga para cima, na postura conhecida como “Shavasana”, ou “Postura do Cadáver”, explica.
Ela diz que procura sempre fazer cada movimento e respiração de forma vagarosa. Para que durante os momentos de pausa, o aluno possa perceber a si mesmo, suas emoções, pensamentos, sensações e sugestões, que não vêm do intelecto, mas sim do corpo e da experiência do Sentir.
“Gosto de começar todas as aulas com o que chamamos de “Sankalpa”, que é uma proposta que a pessoa faz a si mesma para experimentar durante a aula, algo que pode ser expresso em poucas palavras como: acolhimento, descanso, leveza, vitalidade, tranquilidade”. Segundo ela, é justamente essa proposta inicial que cada um faz a si, mental e secretamente, que aumenta a motivação para com a prática.
Galeria de mídia desta notícia
Projeto 100% Saúde oferece palestra gratuita sobre organização pessoal
Verão e Carnaval exigem atenção redobrada com a saúde das pernas e do sistema vascular
Prefeitura inicia implantação de Totens de Autoatendimento nas Unidades de Saúde
Fiec divulga calendário de doação de sangue para 2026
Prédio da unidade de saúde do Jardim Camargo Andrade passa por obra de reforma
Elias Fausto alerta a população sobre riscos da dengue durante o verão
Farmácia de Alto Custo normaliza abastecimento e retoma atendimento
Doenças de verão: endocrinologista pediatra alerta para gastroenterites
Conheça o Guia Expressão e crie sua página na Internet. Baixo investimento e alto poder de conversão.
Clique aqui e solicite!
O Troféu Frutos de Indaiá tem o significado de sucesso e vitória. Uma premiação pelo esforço contínuo e coletivo em direção à excelência.
Confira como foi o Frutos de Indaiá 2022.