Publicado em 22/12/2025 às 08h00 Indaiatuba Beleza e Bem estar
Foto: Divulgação
Aos 40, a pele não só mostra o tempo, ela sente cada transformação. O metabolismo desacelera, o colágeno diminui e os hormônios mudam. Essas alterações naturais criam novas necessidades que vão além da aparência: são sinais do corpo pedindo atenção.
“A partir dessa fase, a pele entra em um processo natural de maturidade. A produção de colágeno e elastina diminui, a renovação celular fica mais lenta e a barreira cutânea perde eficiência”, explica a dermatologista Dra. Vivian Amaral. O resultado? Rugas mais visíveis, ressecamento, flacidez e perda gradual de viço.
Além disso, a queda dos níveis de estrogênio impacta diretamente a hidratação e a elasticidade, exigindo cuidados que ultrapassam o superficial. “Se antes uma rotina básica de limpeza, hidratação e fotoproteção era suficiente, agora é preciso investir em ativos que atuem em camadas profundas, estimulem colágeno e devolvam à pele sua capacidade funcional”, orienta.
A ilusão do creme eterno
Um dos erros mais comuns entre mulheres maduras é manter fidelidade a um mesmo produto por anos. Assim como a pele muda, os rituais também precisam evoluir. Outro deslize frequente é o uso indiscriminado de cosméticos, sem prescrição ou lógica de combinação.
“O excesso de produtos, muitas vezes combinados sem critério, pode irritar, sobrecarregar e até prejudicar a pele, o oposto do efeito desejado”, alerta a dermatologista.
Outro mito recorrente é associar eficácia apenas ao preço. “Ativos consagrados, que clareiam, hidratam, combatem radicais livres e induzem colágeno, estão presentes em moléculas clássicas e acessíveis. Os avanços existem e são bem-vindos, mas na maioria dos casos, o básico bem feito já é suficiente”, complementa.
E se engana quem pensa que o filtro solar perde importância com a idade. Na verdade, a fotoproteção ganha ainda mais relevância: a pele tende a ficar mais fina, seca e sensível, tornando-se ainda mais vulnerável aos danos da radiação ultravioleta, que é um dos principais aceleradores de rugas, manchas e flacidez.
A rotina ideal começa pela escuta
Cuidar da pele madura não é sobre seguir tendências, mas sobre precisão e constância. A especialista propõe uma rotina enxuta e eficaz:
Pela manhã:
Limpeza suave.
Antioxidantes, como vitamina C e vitamina E.
Hidratantes para reposição de barreira cutânea (com ácido hialurônico de diferentes pesos moleculares, ceramidas, pantenol, glicerina e niacinamida).
Protetor solar de amplo espectro, FPS mínimo de 30, preferencialmente com tonalizante (que amplia a proteção contra luz visível).
À noite:
Limpeza delicada; para quem usa maquiagem, os cleansing oils são ótimas opções.
Séruns ou cremes com retinoides, considerados os ativos mais consagrados para estímulo de colágeno e renovação celular. Mas também são os de maior potencial irritativo. A pele madura, por ser naturalmente mais seca e sensível, muitas vezes não tolera o uso diário.
Nesses casos, a estratégia é intercalar noites de retinoide com noites de ácidos mais suaves — como glicólico, lático, mandélico ou tranexâmico. Dessa forma, é possível manter o estímulo sem agredir a pele.
Peptídeos biomiméticos, que auxiliam na firmeza e reparação.
Ativos fito-hormonais, como resveratrol e genisteína, que ajudam a compensar a queda do estrogênio.
Hidratantes reparadores, ricos em ácido hialurônico de diferentes pesos moleculares, ceramidas e esqualano.
“A maturidade da pele não exige exagero. Exige consistência e escolhas personalizadas. E é importante lembrar: vermelhidão, descamação e desconforto não são sinal de eficácia, mas de desequilíbrio. A pele madura precisa ser cuidada com respeito”, reforça a Dra. Vivian.
O poder dos ativos certos
A escolha criteriosa de ativos cosmecêuticos é determinante após os 40. São eles que se comunicam com as camadas mais profundas, restaurando funções essenciais e prevenindo danos futuros.Entre os indispensáveis estão:
Retinoides: os mais consagrados na estimulação de colágeno e renovação celular.
Antioxidantes: vitamina C, vitamina E e resveratrol.
Ácidos suaves: glicólico (em concentrações moderadas), lático, mandélico e tranexâmico — que promovem renovação sem agressão excessiva.
Peptídeos biomiméticos: fortalecem firmeza e auxiliam na reparação cutânea.
Ativos fito-hormonais: como genisteína e resveratrol, que mimetizam parte da ação do estrogênio, ajudando a reequilibrar a pele madura.
Hidratantes inteligentes: combinando ácido hialurônico de diferentes pesos moleculares, ceramidas, glicerina e pantenol para restaurar volume e reforçar a barreira cutânea.
“A ciência já provou que é possível envelhecer com viço, beleza e autoestima. O segredo está no olhar atento e na escolha de ativos que conversem com a nova fase da pele”, conclui a Dra. Vivian Amaral.
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