Publicado em 06/04/2018 às 19h01 Estado de São Paulo Cidades
O governador Geraldo Alckmin inaugurou, nesta quinta-feira (5), a estação Moema, da Linha 5–Lilás do Metrô. Com mais um quilômetro de trilhos, a chamada ‘Linha da Saúde’ passará a contar com 16,2 km de extensão e 12 paradas, desde o Capão Redondo. A rede metroviária de São Paulo terá agora 84,3 quilômetros e 75 estações.
“Estamos entregando mais uma estação da Linha 5-Lilás, que é integradora e atenderá diversos hospitais. O ramal faz ligação com outras linhas do Metrô e da CPTM. Também já inauguramos a estação Eucaliptos. Trata-se de um grande benefício para São Paulo”, ressalta Geraldo Alckmin.
Inicialmente, o novo trecho funcionará no formato de Operação Assistida, de segunda a sábado, das 10h às 15h, sem cobrança de tarifa. A medida consiste na apresentação da estação aos usuários, garantindo a infraestrutura necessária para o funcionamento dos terminais.
O período permite a maturação dos equipamentos e de sistemas, como os de alimentação elétrica, sinalização e controle de tráfego, além de telecomunicações. A operação nesse formato segue o padrão internacional para a abertura de novas estações de metrô. O horário será ampliado gradativamente até chegar ao funcionamento pleno em todos os dias, das 04h40 à meia-noite, com cobrança de tarifa, como em toda a rede.
Arquitetura
A nova parada segue o padrão arquitetônico moderno adotado nas estações da Linha 5-Lilás, com a utilização de uma grande cúpula de vidro, que virou marca das novas estações do ramal, na entrada principal, em frente à igreja de Moema. Os vidros do acesso permitem que a luz natural chegue ao interior do local, gerando economia de energia elétrica e protegendo da incidência de raios ultravioleta.
A entrada principal fica na esquina das avenidas Ibirapuera e Divino Salvador. Nesse espaço, foi possível a criação de um novo espaço público que se integra à Praça Nossa Senhora Aparecida, localizada em frente ao acesso da estação.
Para isso, o projeto arquitetônico contemplou a inserção de elementos visuais, como aberturas cobertas com vidros, que levam a iluminação natural e ventilação do nível da rua até as plataformas. Essas aberturas, conhecidas como “lanternins”, estão na praça e ao lado da entrada da estação.
Há também a entrada secundária, que fica no lado oposto da Avenida Ibirapuera, na esquina com a Avenida Sabiá. Ao todo, a estação tem 10,9 mil m² de área construída e 23,3 metros de profundidade, que foram divididos em quatro pavimentos: acessos no nível da rua, mezanino intermediário, mezanino de distribuição e plataformas.
Acessibilidade
Totalmente acessível, a estação conta com quatro elevadores que permitem a interligação da rua com o mezanino e as plataformas, 15 escadas rolantes, piso podotátil direcional e fita antiderrapante nas escadas fixas. A nova parada atenderá 24 mil passageiros por dia.
A ampliação da Linha 5-Lilás compreende a construção de 11 km e 11 estações, de Adolfo Pinheiro a Chácara Klabin, além da aquisição de 26 novos trens, implantação do moderno sistema de sinalização e controle (CBTC) em todo o ramal e a construção do pátio de manutenção Guido Caloi.
No projeto, já foi aberto e está em operação um trecho de 6,9 km com as estações Adolfo Pinheiro (inaugurada em 2014), Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin (entregue em 2017), além de Eucaliptos (aberta em 2018).
O traçado da Linha 5 percorre avenidas importantes que cortam a zona sul, oferecendo à população acessos a diversos centros comerciais e hospitais renomados, como Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro, Hospital Alvorada, Hospital do Servidor Público Estadual, Hospital Edmundo Vasconcelos, Hospital São Paulo, Hospital Santa Cruz, Hospital Sepaco e outros centros especializados para tratamento, como AACD, APAE e Lar São Francisco.
O investimento para todo o empreendimento é de R$ 10,4 bilhões. Quando completa, de Capão Redondo a Chácara Klabin, a Linha 5 atenderá 850 mil pessoas diariamente.
Concessão
A Linha 5, juntamente ao monotrilho da Linha 17-Ouro, passará a ser administrada pelo Consórcio Via Mobilidade, que, em janeiro deste ano, venceu a licitação internacional para concessão dos ramais, ao oferecer ao Governo do Estado outorga fixa de R$ 553,8 milhões. A companhia será responsável pela operação comercial das duas linhas pelo período de 20 anos.
O investimento inicial previsto do parceiro privado é de R$ 88,5 milhões para melhorias de infraestrutura na estação Santo Amaro. Ao longo de todo o prazo da permissão, a expectativa é de R$ 3 bilhões de investimentos e reinvestimentos.
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