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Livros podem ser ótimos pontos de partida para desafios mão na massa

Integrar leitura e prática transforma o conteúdo em projetos que conectam teoria e ação

 Publicado em  29/11/2025 às 12h00  Indaiatuba  Educação


Ao usar a leitura como ponto de partida, damos mais sentido ao conteúdo e mais protagonismo aos leitores

Ao usar a leitura como ponto de partida, damos mais sentido ao conteúdo e mais protagonismo aos leitores
Foto: Divulgação

Vivemos em uma era em que o conhecimento não pode mais estar limitado às páginas. A informação está em todo lugar, mas o que realmente faz diferença é a capacidade de ler criticamente, interpretar o mundo e agir sobre ele. É por isso que propomos uma abordagem mais viva e conectada à realidade: a leitura como ponto de partida para desafios mão na massa. Ler é um ato de abertura. Quando lemos, abrimos janelas para outras realidades, entramos em contato com culturas diferentes, entendemos contextos históricos, desenvolvemos empatia e principalmente, exercitamos o pensamento crítico. Mas e se a leitura não terminasse na última página? E se, em vez de ser o fim de um ciclo, ela fosse apenas o começo? Essa é a proposta de integrar leitura e prática: transformar o conteúdo lido em experiências ativas, em projetos que conectam teoria e ação, que tiram ideias do papel e as colocam em movimento. É o que chamamos de “desafios mão na massa”: atividades práticas, criativas e colaborativas inspiradas por livros, textos, poemas, reportagens ou qualquer outro tipo de leitura.

Conceito

O conceito de “mão na massa” vem ganhando cada vez mais espaço em escolas, organizações educacionais e espaços de inovação. Trata-se de uma abordagem baseada no aprender fazendo, que valoriza a experimentação, o erro como parte do processo e o desenvolvimento de competências para o mundo real. Ao usar a leitura como ponto de partida para essas experiências, damos mais sentido ao conteúdo e mais protagonismo aos leitores. Um livro de aventura, por exemplo, pode inspirar a criação de mapas, bússolas e maquetes de lugares imaginários.Uma biografia pode dar origem a um documentário ou apresentação multimídia. Um texto sobre sustentabilidade pode impulsionar a construção de hortas escolares ou campanhas ambientais. Um poema pode virar performance artística, colagem ou grafite. Um conto pode gerar um jogo de tabuleiro ou até um projeto de programação. Essa integração entre leitura e prática vai ao encontro das competências essenciais do século XXI, como pensamento crítico, resolução de problemas, colaboração, trabalho em equipe e comunicação. Além disso, ao transformar a leitura em ação, estamos promovendo também o desenvolvimento da autonomia, da curiosidade investigativa e do espírito empreendedor, pilares fundamentais para a formação de cidadãos conscientes e preparados para os desafios do futuro.

 

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  • Ao usar a leitura como ponto de partida, damos mais sentido ao conteúdo e mais protagonismo aos leitores

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