Publicado em 17/04/2026 às 12h13 Indaiatuba Saúde
Dr. Raul de Camargo Alcalá, Médico Hematologista, CRM SP 214170
Foto: Divulgação
Por: DR. RAUL CAMARGO
Se você frequenta as redes sociais, provavelmente já se deparou com relatos de pessoas jovens enfrentando doenças malignas. Entre elas, está o linfoma, um tipo de câncer que, apesar de conhecido pelo nome, ainda gera muitas dúvidas.
O linfoma é um câncer do sistema linfático, especialmente dos linfonodos, pequenos nódulos distribuídos pelo corpo que atuam na defesa do organismo. Sabe quando surge uma “íngua” no pescoço, na axila ou na virilha após uma infecção? Na maioria das vezes, isso é uma reação normal do sistema imunológico.
No entanto, é importante ficar atento quando esses linfonodos aumentam sem dor, sem sinais inflamatórios e apresentam crescimento progressivo. Diferentemente das ínguas comuns, que costumam regredir, os linfonodos relacionados ao linfoma tendem a persistir.
Além disso, nem sempre eles são palpáveis. Em alguns casos, podem estar em regiões profundas, como tórax ou abdome, causando sintomas variados. Outro ponto de atenção são os chamados “sintomas B”: febre persistente, sudorese noturna intensa e perda de peso sem causa aparente.
O linfoma não é uma doença única. Ele engloba diversos subtipos, divididos principalmente entre linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin. Essa classificação tem base histórica e biológica, sendo importante para definir o comportamento da doença e o tratamento.
Em relação à causa, não existe um fator único. O desenvolvimento do linfoma pode estar relacionado a predisposição genética, alterações do sistema imunológico e outros fatores.
Uma dúvida comum é se devemos procurar linfonodos no corpo. De modo geral, não. A maioria das ínguas tem origem benigna e transitória. O alerta deve surgir diante de linfonodos persistentes, endurecidos, indolores e em crescimento, especialmente quando associados a sintomas gerais.
Avaliação médica
é fundamental
O tratamento do linfoma evoluiu muito nos últimos anos e pode incluir quimioterapia, imunoterapia, radioterapia e, em alguns casos, transplante de medula óssea. Muitos tipos apresentam boas taxas de controle e até de cura, especialmente quando diagnosticados precocemente.
A principal mensagem é simples: nem toda íngua é câncer, mas sinais persistentes devem ser investigados. Informação e atenção ao próprio corpo continuam sendo aliadas importantes para o diagnóstico precoce.
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