Publicado em 17/04/2026 às 10h59 Indaiatuba Cidades
O evento é gratuito, aberto a toda a população e conta com acessibilidade em Libras
Foto: Mais Expressão
Por: Flávia Girardi
Indaiatuba recebe neste sábado (18), das 13h às 18h, uma programação gratuita voltada à educação antirracista, valorização da cultura afro-brasileira e combate ao preconceito. A ação acontece na Comunidade Negra de Indaiatuba (CONI) e integra o projeto “Dan, o que conta o arco-íris”, idealizado pela arte-educadora Marina Costa.
Aberto ao público de todas as idades e com acessibilidade em Libras, o encontro propõe reflexões sobre diversidade cultural, práticas pedagógicas afirmativas e enfrentamento ao racismo religioso dentro e fora das escolas. A iniciativa reúne atividades formativas e experiências culturais que aproximam a comunidade de saberes ancestrais presentes nas tradições de matriz africana.
“Esse projeto consiste na circulação de um espetáculo de contação de histórias e, neste ano, o diferencial é levar essa contação para dentro das escolas, com a temática justamente de um conto afrorreferenciado”, explica Marina Costa. Segundo ela, a proposta vai além das apresentações artísticas e busca criar espaços permanentes de diálogo e aprendizado.
A programação começa com a mesa redonda “Educação Antirracista e Racismo Religioso na Escola - Fortalecimento da identidade negra e das crianças de axé no cotidiano escolar”. O debate contará com a presença das educadoras Rosália Maria, de Itu, e Elisandra Camilo, de Campinas, além dos sacerdotes Juan Fonseca, de Indaiatuba, e Tiago Rocha, de Itu.
Na sequência, o público poderá participar de uma vivência de xirê conduzida pelo Babalorixá Tiago Rocha. A atividade apresenta, de forma lúdica e sensorial, cantigas, danças e elementos tradicionais das celebrações de matriz africana, em um encontro entre história, musicalidade e pertencimento cultural.
Outra atração será a vivência de dança afro-brasileira, conduzida por Marina Costa. Ao som dos tambores, a arte-educadora convida os participantes a conhecer movimentos inspirados nas simbologias dos orixás, valorizando o corpo como expressão de memória, identidade e resistência.
A programação inclui ainda a vivência de atabaque com o Ogan Juan Santos. A atividade propõe uma imersão na musicalidade da Nação Ijesa, com apresentação de toques e cantos preservados pela tradição oral e transmitidos entre gerações.
“O objetivo é promover reflexões acerca de práticas pedagógicas afirmativas e permitir que o público vivencie diferentes aspectos culturais que perpassam o cotidiano das casas de axé”, destaca Marina.
O evento será na CONI, na Rua Comendador Antônio Nagib Ibrahim, 341, no Núcleo Hab. Brigadeiro Faria Lima.
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