28 de Jun de 2022
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Empregos formais registraram queda na RMC em março

Na comparação com março de 2021, os postos de trabalho com carteira assinada ficaram 5,08% menores na Região Metropolitana de Campinas

 Publicado em  02/05/2022 às 15h24  RMC   Economia


Postos de trabalho recuaram 86,99% na Construção Civil

Postos de trabalho recuaram 86,99% na Construção Civil
Foto: Freepik

Por Comunicação/ACIC

A geração de postos de trabalho na Região Metropolitana de Campinas ficou 5,08% menor em março deste ano, na comparação com março de 2021 (5.106 X 5.379). As únicas atividades econômicas que cresceram no número de admissões foram os Serviços e a Agropecuária. A primeira, em 95,5%, e, a segunda, em 49,4%. A Construção Civil recuou em 86,99%, a Indústria em 76,7%, e o Comércio, em 41,64%, frente a março do ano passado. Os dados são do Novo CAGED, avaliados pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC).

Na comparação com fevereiro de 2022, na RMC, todas as atividades econômicas apresentaram queda na geração de postos de trabalho. Em fevereiro, a soma das contratações chegou a 8.521, contra as 5.106 de março, uma redução de 40,08%.

A geração de postos de trabalho na Região Metropolitana de Campinas ficou 5,08% menor em março deste ano, na comparação com março de 2021 (5.106 X 5.379). As únicas atividades econômicas que cresceram no número de admissões foram os Serviços e a Agropecuária. A primeira, em 95,5%, e, a segunda, em 49,4%. A Construção Civil recuou em 86,99%, a Indústria em 76,7%, e o Comércio, em 41,64%, frente a março do ano passado. Os dados são do Novo CAGED, avaliados pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC).

Na comparação com fevereiro de 2022, na RMC, todas as atividades econômicas apresentaram queda na geração de postos de trabalho. Em fevereiro, a soma das contratações chegou a 8.521, contra as 5.106 de março, uma redução de 40,08%.

O economista destaca, ainda, que o salário médio de admissão apresentou uma redução de 2,03% em março, sobre o salário de fevereiro de 2022 (R$ 1.782,57 contra R$ 1.821,29), demonstrando que a média salarial continua em queda. “A qualificação do emprego também permanece abaixo das especificações e necessidades da mão de obra procurada pelas empresas. Para os próximos meses, o cenário quanto a uma eventual expansão da mão de obra é de indefinições, devido à guerra entre a Rússia e a Ucrânia, que já mostra um impacto negativo no crescimento de mais postos de trabalho, na nossa região e no País”, analisa Laerte Martins.

Nível Nacional

Em nível  nacional, segundo o Novo CAGED, o Emprego Formal com Carteira Assinada, em março de 2022, apresentou um saldo positivo de 136.189 postos de trabalho, decorrente de 1.953.071 admissões e de 1.816.882 demissões. Em relação a março de 2021, o emprego reduziu-se em 26,04%, com volumes em expansão de 12,77% no segmento de Serviços e de 0,16% na Construção Civil. O Comércio demitiu 98,04%, a Indústria 63,80%, e a Agropecuária 466,19%.

 

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    Postos de trabalho recuaram 86,99% na Construção Civil
    Foto: Freepik



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