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Educação Maker e Tecnologia como caminhos para inclusão nas salas

Tecnologia assistiva permite atuar em prol da diversidade e amplia aprendizagem

 Publicado em  27/02/2026 às 11h45  Indaiatuba  Educação


Inclusão não deve ser uma adaptação posterior, mas parte integrante do planejamento pedagógico

Inclusão não deve ser uma adaptação posterior, mas parte integrante do planejamento pedagógico
Foto: Divulgação

Por: Ana Paula Camara 

Inovar na educação nem sempre é confortável, especialmente quando se trata de inclusão. Ainda assim, é a revisão de práticas, a busca por novas estratégias e a abertura ao diferente que ampliam oportunidades de aprendizagem e tornam o direito à educação efetivamente acessível a todos. Nesse sentido, inovar passa a integrar o compromisso com uma escola verdadeiramente inclusiva.
Pensar em inovação educacional significa utilizar recursos e metodologias a favor da diversidade presente nas salas de aula. A tecnologia assistiva ocupa lugar essencial nesse processo. Leitores de tela, materiais em braille, teclados adaptados e ferramentas de comunicação alternativa ampliam o acesso ao currículo e favorecem a autonomia de estudantes com deficiência. Mais do que instrumentos técnicos, essas soluções reduzem barreiras e promovem equidade.
Contudo, a tecnologia, por si só, não transforma a aprendizagem. A inclusão se fortalece quando os estudantes participam ativamente do processo e encontram espaço para exercer protagonismo. É nesse ponto que a educação maker ganha relevância. Fundamentada no “aprender fazendo”, essa abordagem estimula criatividade, experimentação e resolução de problemas reais, promovendo experiências mais significativas e colaborativas.

ESTUDO
Um estudo publicado na Revista Educação Pública destaca experiências que evidenciam o potencial dessa integração. Em uma escola pública, estudantes do 5º ano participaram da construção de um “foguete-copo” com materiais recicláveis em uma atividade de Ciências. A proposta, inspirada na abordagem maker, estimulou investigação, cooperação e protagonismo estudantil. Em contextos inclusivos, iniciativas como essa podem ser planejadas com recursos acessíveis desde o início, garantindo que todos participem do processo de criação e aprendizagem.
A integração entre educação maker e tecnologia assistiva evidencia que a inclusão não deve ser uma adaptação posterior, mas parte integrante do planejamento pedagógico. Para que essa perspectiva se consolide, a formação docente contínua e o suporte institucional assumem papel decisivo.
Inovar, nesse cenário, significa ampliar possibilidades e reconhecer que a diversidade é potência pedagógica. Ao unir acessibilidade e aprendizagem ativa, a escola reafirma seu compromisso com uma educação em que todos possam criar, participar e aprender com significado.
 

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