Publicado em 14/05/2014 às 14h57 Brasil Saúde
O mau hálito, que também é conhecido como halitose, é, sem dúvida, causa de constrangimento, já que muitas pessoas notam e ficam sem jeito para falar para o indivíduo que sofre com o problema. O portador, por sua vez, nem sempre consegue perceber o odor que exala. No Brasil, estima-se que 30% da população sofre de alguma forma de halitose crônica.
Sabe-se que ao acordar é normal as pessoas terem mau hálito, que ocorre em decorrência do acúmulo e decomposição de células que revestem a boca e também por causa da diminuição da salivação que acontece ao descansar. Entretanto, ao tomar o café da manhã e fazer a escovação dos dentes, o normal é a halitose desaparecer. Por isso, caso ela persista, o necessário é procurar ajuda para tratá-la.
“No geral há mais de 50 causas que podem ser identificadas para a alteração do hálito, desde fatores bucais e não orais, há fisiológicos ou patológicos. Inclusive, a halitose pode variar durante o período do dia e com a idade da pessoa”, explica o dentista especialista em saúde bucal, Dr. Sérgio Kignel.
Dentre os fatores bucais que podem originar o problema há cáries e doenças na gengiva, além da higiene oral inadequada e a frequente formação de saburra lingual e placas dentárias. Já com relação às causas extra bucais, as mais comuns são as doenças do fígado, tabagismo, deficiência de vitamina A e D, perturbações do sistema gastrointestinal, diabetes, intestino preso e estresse.
Além disso, bebidas alcóolicas e vários alimentos, principalmente os que apresentam excesso de gordura animal e proteína, podem contribuir com o surgimento do problema.
“Para evitar a halitose, em primeiro lugar, deve-se manter uma boa higiene bucal, escovando os dentes com frequência, principalmente após as refeições, sem esquecer-se de usar o fio dental, fazer bochecho e higienizar a língua. Esse tipo de limpeza ajuda a evitar as bactérias que são a principal causa do mau hálito”, explica Kignel.
Outras providências que podem ser tomadas são beber água, ter uma dieta balanceada com alimentos fibrosos e evitar ficar muito tempo em jejum, além de procurar não consumir comidas com odor carregado, como cebola e alho.
Sobre o Dr. Sérgio Kignel
O Dr. Sérgio Kignel é especialista em Estomatologia, Professor titular de Semiologia da UNIARARAS e Mestre e Doutor em diagnóstico bucal pela FOUSP-SP, sendo considerado uma das mais respeitadas referências em diagnóstico oral no Brasil.
À frente da tradicional Clínica Kignel, em São Paulo, o Dr. Sérgio é uma autoridade em neoplastias bucais, congressista nacional e internacional e autor de livros como “Diagnóstico Bucal” e “Estomatologia, base do diagnóstico para o clinico geral”, única obra de Odontologia a receber o 1º lugar do concurso Jabuti, em ciências da saúde.
Galeria de mídia desta notícia
Não há fotos e vídeos disponíveis.
Como lidar com as mudanças iniciais diante do diagnóstico de câncer?
Reposição hormonal na menopausa abre debate sobre uso indiscriminado de testosterona
Prefeitura de Indaiatuba lança plataforma Minha Hipertensão em Summit Regional de Saúde
Maio Amarelo reforça a importância do diagnóstico médico precoce nas alopecias
Quimioterapia: cuidado e segurança no descarte correto do medicamento
HAOC abre Semana da Enfermagem com homenagens e três premiações
Tontura não é só mal-estar: sintoma comum pode esconder mais de 40 doenças
Conheça o Guia Expressão e crie sua página na Internet. Baixo investimento e alto poder de conversão.
Clique aqui e solicite!
O Troféu Frutos de Indaiá tem o significado de sucesso e vitória. Uma premiação pelo esforço contínuo e coletivo em direção à excelência.
Confira como foi o Frutos de Indaiá 2022.