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Doenças de verão: endocrinologista pediatra alerta para gastroenterites

A médica orienta que os alimentos consumidos sejam de procedência confiável e cozidos

 Publicado em  17/01/2026 às 16h00  Brasil  Saúde


A orientação é manter supervisão constante de um adulto

A orientação é manter supervisão constante de um adulto
Foto: Divulgação

Com a chegada do verão e das férias escolares, aumentam os casos de doenças típicas dessa época entre crianças, principalmente as gastroenterites, caracterizadas por diarreia e vômitos. Segundo a endocrinologista pediatra e docente do curso de medicina do Centro Universitário Max Planck (UniMAX), Dra. Lívia Franco, esses quadros são comuns devido à facilidade de contaminação, especialmente por alimentos e água, e reforçam a importância da prevenção. “As crianças pegam essas doenças com muita facilidade, por isso é fundamental reduzir as chances de contaminação”, explica. 
A médica orienta que os alimentos consumidos sejam de procedência confiável, com atenção ao cozimento adequado e à correta higienização de frutas, verduras e legumes. Outro ponto de alerta é o consumo de água em locais públicos, que deve ser sempre de fonte segura. 
Além das gastroenterites, a desidratação também preocupa no período de calor intenso, seja como consequência dos episódios de diarreia e vômito ou da baixa ingestão de líquidos. Entre os sinais de alerta estão boca e língua secas, olhos ressecados, pele pegajosa e redução do volume de urina, situações que indicam a necessidade de buscar atendimento médico. 
A exposição prolongada ao sol também pode causar insolação, especialmente durante passeios em praias, piscinas e áreas abertas. Para evitar o problema, a pediatra recomenda buscar sempre buscar à sombra, a reaplicação frequente do protetor solar, o uso de roupas com proteção UV e a ingestão constante de água ao longo do dia, mesmo se a criança não demonstrar sede. Outro risco comum durante as férias são os acidentes, com destaque para os afogamentos. 
A orientação é manter supervisão constante de um adulto, utilizar boias adequadas e vestir as crianças com roupas de cores chamativas, que facilitem a visualização. Por fim, a docente do curso de medicina reforça a importância de saber quando procurar atendimento médico, evitando idas desnecessárias ao pronto-socorro, que podem expor a criança a outras infecções. Em casos leves, a orientação costuma ser a hidratação com água ou soro de reidratação oral. “A prevenção e a observação atenta dos sinais são fundamentais para garantir férias mais seguras e saudáveis para as crianças”, destaca. 
 

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