Publicado em 20/07/2023 às 18h26 Indaiatuba Política
CPI da energia ouve empresários e condomínios sobre recorrente apagões
Foto: Divulgação
Da Redação
A declaração do diretor da Topázio Cinemas, Paulo Celso Lui foi feita durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada na Câmara de Indaiatuba, para apurar as causas das constantes oscilações e apagões de energia que ocorrem no município, nesta segunda-feira (17). “Temos sofrido prejuízos imensos com o péssimo serviço prestado pela CPFL”, destacou.
O empresário explicou que as oscilações, os chamados” piscas”, são as que mais danos produzem. “Meus equipamentos são muito sofisticados e qualquer oscilação de energia é suficiente para que, como medida de segurança, eles interrompam a projeção do filme. E é comum haver 5, 6 ou até 7 piscas num único dia, numa mesma exibição”.
Paulo Celso Lui ressaltou que, para contornar o problema causado pelas oscilações, a Topázio Cinemas adquiriu recentemente potentes aparelhos nobreaks. “E gastamos mais de R$ 10 mil por mês com a manutenção desses equipamentos para não ter de interromper a projeção dos filmes”.
O empresário relatou ainda que, na sua opinião, o maior dano que está tendo não é o financeiro. “É claro que o prejuízo financeiro importa, mas o dano à imagem da minha empresa e ao meu negócio é muito maior. O consumidor, muitas vezes, não entende que as falhas na projeção dos filmes não são causadas por nós e sim pela péssima qualidade do fornecimento de energia que recebemos da concessionária. Por isso, infelizmente, é comum de acontecer de nossos funcionários serem ofendidos e maltratados, após uma sequência de interrupções na projeção”.
Condomínios
A CPI também ouviu hoje Bruno Sapuppo de Melo e Bruno Teller Gibim, sócios proprietários da Facilita Soluções, empresa que presta serviços de gestão e de síndico profissional a 10 condomínios, entre eles o Majestic, o Villa Helvétia e o Le Jardin.
“Na semana passada, no Villa Helvétia, por falta de energia, ficamos com uma pessoa presa por 40 minutos no elevador”, contou Bruno Melo. “Isso afetou tanto o emocional da moradora que ela teve de receber atendimento psicológico”.
As reclamações vêm em peso, prosseguiu o síndico profissional: de queima de equipamentos eletrônicos, de bombas de piscinas a danos em TVs de monitoramento e em aparelhos utilizados nas portarias. “Cada condomínio equivale a um minibairro, com mais de 600 apartamentos, e os moradores relatam prejuízos materiais e problemas emocionais graves”, disse.
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