Publicado em 13/02/2026 às 12h06 Indaiatuba Saúde
Dra. Elisa Watanabe Camargo, Oncologista, CRM 145.264 / RQE 75.651
Por: DRA. ELISA WATANABE
Desmistificar o câncer envolve inicialmente compreender a definição dessa doença, fatores de risco para o seu desenvolvimento, causas e tratamento.
Não se trata de uma doença única, mas sim, um conjunto complexo de mais de 200 tipos, com tratamentos individualizados e altas taxas de cura se detectados precocemente.
Mas afinal o que
é o câncer?
Nosso corpo produz células novas o tempo todo, como forma de desenvolvimento biológico. O que pode acontecer é que algumas células passam a crescer de forma descontrolada, podendo invadir tecidos vizinhos ou se espalhar para outras partes do corpo.
É preciso esclarecer que todo câncer é genético, ou seja, foi dependente de um gatilho genético errado, mas a maioria deles não é hereditário, ou seja, não passa de pai para filho.
Daí a importância de se conhecer os fatores de risco que são modificáveis como o tabagismo, a ingestão de álcool, obesidade, sedentarismo e alimentação inflamatória, que se minimizados diminuem em até 30% o risco de qualquer câncer, indicam estudos.
Tão importante quanto a mudança do estilo de vida, está o diagnóstico precoce. Isso significa dizer que devemos realizar exames de rotina, independente de sintomas, que incluem Papanicolau (colo do útero), mamografia (mama), colonoscopia (intestino), avaliação da pele, exames da próstata e outros indicados conforme a idade, sexo e histórico familiar.
O diagnóstico precoce permite que a doença seja tratada de forma menos agressiva e com intuito curativo.
Outro ponto importante a se destacar é o avanço que a oncologia clínica alcançou e vem alcançando a cada dia, a todo momento.
Estamos diante de novos tratamentos, que vão além da cirurgia, quimioterapia e radioterapia, tais como a imunoterapia, terapias alvo-dirigidas, anticorpos ligados a droga, rádio embolização e ablação, dentre muitos outros, o que mudou os desfechos das doenças com maiores chances de cura e também tornando uma doença potencialmente letal em doença crônica.
Assim, estar à frente desse diagnóstico é um desafio sim, mas longe de ser uma sentença, uma condenação.
Lembrar que cada caso é único: tipo do tumor, estágio da doença, tipo de tratamento e a resposta alcançada, além da saúde geral do paciente que somam mais do que o rótulo “câncer”.
E somados a informação, cuidado e acolhimento vidas são salvas e que se traduzem em não somente sobreviver e sim, viver melhor e com qualidade.
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