Publicado em 30/10/2026 às 10h00 Indaiatuba Saúde
Para Elaine Seixas, o apoio e orientação às famílias também é essencial
Foto: Divulgação
DA REDAÇÃO
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Indaiatuba tem cerca de 40 mil moradores com 60 anos ou mais, algo próximo de um em cada seis habitantes, de acordo com os mais recentes números do Censo. É a faixa que mais cresceu nas últimas décadas, e o número deve seguir subindo: a população estimada do município chegou a 271.322 neste ano. O envelhecimento transformou em rotina dentro de casa um serviço que até pouco tempo era improvisado entre parentes: o cuidador contratado pela família.
Longevidade, hoje, significa viver mais tempo com autonomia. Um brasileiro que chega aos 60 anos tem pela frente, em média, 22,6 anos, segundo as Tábuas de Mortalidade de 2024 do IBGE. Em 1940, eram 13,2 anos. A expectativa de vida do país chegou a 76,6 anos, a maior já registrada, e as mulheres que completam 60 vivem em média mais 24,2 anos.
Ou seja, aos 60 anos, um indaiatubano tem pela frente, em média, mais duas décadas. Esse tempo faz mais sentido com acompanhamento: estímulo cognitivo, movimento, convivência e apoio nas tarefas que deixam de ser simples.
É nesse território que atua a Haver Care, com atendimento domiciliar e hospitalar em Indaiatuba e na Grande São Paulo. A empresa atende casos de câncer, Alzheimer e cuidados paliativos.
Diretora geral da empresa e há 12 anos na área, Elaine Seixas é formada como auxiliar de enfermagem e diz que o cotidiano cobra mais do que técnica. “A carga emocional é grande, a rotina é intensa. Exige paciência, equilíbrio psicológico e comunicação clara com a família.” Por tudo isso, ela explica que seleção curricular para fazer parte da equipe é rigorosa.
“É uma profissão com muitos desafios, que também exige saber lidar com acúmulo de tarefas, definição de prioridades e, em alguns casos, tomadas de decisão muito rápidas.”
Além disso, há um cuidado extra referente à checagem de antecedentes, justamente o item que as famílias mais esquecem de pedir. “Antes de contratar, vale confirmar a formação do profissional, perguntar se a empresa fez a verificação, pedir referências de atendimentos anteriores e conhecer o cuidador antes do início do trabalho”, afirma. Também é recomendável alinhar por escrito a rotina, os horários e o que fazer em emergências.
Uma confusão comum é entre as funções do cuidador e técnico de enfermagem: o primeiro apoia higiene, alimentação, mobilidade e companhia. Curativos e medicação injetável são procedimentos de enfermagem e exigem técnico habilitado. “Nesse sentido, nosso cliente também pode contar com nosso apoio para indicar a melhor solução para cada necessidade.”
Haver Care
Site: havercare.com.br
E-mail: [email protected]
Instagram: @havercare
Telefone: (11) 95285-6993
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