Publicado em 18/08/2013 às 09h00 Brasil Mundo
As autoridades da Coreia do Sul propuseram sexta-feira (16) à Coreia do Norte uma reunião no dia 23 para organizar o primeiro encontro, em três anos, de famílias separadas pela Guerra da Coreia (1950-1953). Em comunicado, o Ministério da Unificação da Coreia do Sul apelou à Coreia do Norte que aceite a proposta da reunião na região fronteiriça de Panmunjom.
Na quinta-feira (15), durante as comemorações do Dia da Libertação do Japão, a presidenta sul-coreana, Park Geun-hye, defendeu a criação de um parque em memória às famílias separadas pela guerra. A ideia é que o parque seja construído na área desmilitarizada fronteiriça entre os dois territórios.
Pelo menos 73 mil sul-coreanos, dos quais 80 % têm mais de 70 anos, pediram ao governo sul-coreano encontros com parentes que estão na Coreia do Norte. Desde o final da guerra, houve 18 reuniões de famílias separadas pelo conflito – a última no outono de 2010.
As duas coreias continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito terminou com um armistício e não com um tratado de paz.
Conteúdo Agência Brasil
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