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Alimentação e exercício f ísico: aliados no tratamento do câncer

Com a orientação da equipe de saúde, ajudam a reduzir a fadiga e manter a força e o bem-estar

 Publicado em  23/10/2026 às 11h18  Indaiatuba  Saúde


Ana Lúcia Bordini, Nutricionista Oncológica, CRN3 12334

Ana Lúcia Bordini, Nutricionista Oncológica, CRN3 12334
Foto: Divulgação

ANA LÚCIA BORDINI
ESPECIAL PARA O MAIS EXPRESSÃO

 

Quando uma pessoa recebe
o diagnóstico de
câncer, é natural que
toda a atenção se volte para
a cirurgia, a quimioterapia, a
radioterapia ou a imunoterapia.
Mas existe outro cuidado
que faz diferença durante
essa jornada: a combinação
de uma alimentação adequada
com a prática de exercícios
físicos, sempre respeitando as
condições de cada paciente.
O tratamento oncológico
pode provocar cansaço,
perda de apetite, náuseas,
alterações do paladar e redução
da massa muscular.
Essas mudanças afetam a
disposição e a capacidade
de realizar tarefas simples do
dia a dia. Por isso, comer bem
não significa apenas escolher
alimentos saudáveis: significa
oferecer ao organismo energia
e nutrientes suficientes
para enfrentar o tratamento.
As proteínas, presentes
em carnes, ovos, leite, iogurtes
e leguminosas, ajudam a
preservar e recuperar os músculos.
Frutas, verduras, cereais
e feijões contribuem com
fibras, vitaminas e minerais.
A hidratação é fundamental.
Carboidratos e gorduras saudáveis
são fontes de energia.
Não existe uma dieta única
para todos: em momentos de
dificuldade para comer, pode
ser necessário adaptar horários,
consistências, porções
e até utilizar suplementos
nutricionais sob orientação.
E onde entra o exercício
físico? Movimentar o corpo,
dentro das possibilidades de
cada pessoa, pode ajudar a
reduzir a fadiga relacionada
ao câncer, preservar a força,
melhorar o sono, o humor e a
qualidade de vida. Caminhadas,
exercícios de resistência
e atividades de equilíbrio podem
fazer parte do cuidado,
com liberação e orientação da
equipe de saúde.
A alimentação e o exercício
atuam juntos. A atividade física estimula os músculos,
enquanto a alimentação fornece
energia e proteínas
para sua manutenção. Essa
parceria é especialmente importante
porque perder peso
não significa necessariamente
perder apenas gordura: durante
o tratamento, também
pode ocorrer perda muscular,
mesmo em pessoas com sobrepeso.
Isso não quer dizer que
todo paciente tenha que
frequentar uma academia ou
seguir uma dieta rígida. Em
algumas fases, a meta será
manter pequenas caminhadas
e refeições simples; em
outras, recuperar a força e
retomar atividades habituais.
Pacientes com anemia
importante, febre, alterações
ósseas, risco de quedas ou
outras complicações precisam
de avaliação antes de
se exercitar.
No Grupo Onco, a Nutrição
Oncológica considera
sintomas, ingestão alimentar,
peso, composição corporal
e necessidades individuais.
O objetivo não é cobrar desempenho,
mas ajudar cada
pessoa a atravessar o tratamento
com mais segurança,
autonomia e qualidade de
vida.
Cuidar da alimentação
e do movimento também é
cuidar do tratamento.

 

GRUPO ONCO
OncoIndaiá, OncoRádio e
OncoItu
(19) 3112-4455
(11) 2715-7215
Instagram:
@oncologiaitueindaia

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  • Ana Lúcia Bordini, Nutricionista Oncológica, CRN3 12334

    Ana Lúcia Bordini, Nutricionista Oncológica, CRN3 12334
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