Postado em 23/03/2026 às 11h19
Quem sai da CLT para abrir o próprio negócio precisa entender que a responsabilidade com o INSS muda — e o custo também. No Lucro Presumido e no Lucro Real, a empresa paga 20% de INSS patronal sobre a folha de salários e sobre o pró-labore do sócio. Além disso, o empresário contribui com 11% de INSS sobre o valor que define como pró-labore. Ou seja, somente em previdência, o custo pode chegar a 31% sobre essa retirada, sem contar possíveis adicionais. Diferentemente do Simples Nacional (na maioria das atividades), aqui a contribuição patronal não está em guia única. Ela é recolhida separadamente, o que exige mais controle financeiro. Para quem sempre contribuiu como empregado, é importante saber: se não houver pró-labore, não há contribuição previdenciária — e isso impacta diretamente a aposentadoria e a proteção em caso de afastamento. Abrir empresa é um passo importante, mas o planejamento previdenciário precisa acompanhar essa decisão para evitar lacunas no futuro.
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