Postado em 23/03/2026 às 11h27
Dizer que “todo dia é dia das mulheres” não é um clichê, é uma verdade sistêmica. É reconhecer uma força que pulsa diariamente através de gerações. Como psicanalista e terapeuta integrativa sistêmica, observo que a verdadeira feminilidade não nasce no vazio, mas é o desabrochar de uma linhagem inteira que nos precede. Na visão da Constelação Sistêmica, cada mulher é a flor de um jardim que começou muito antes dela. Muitas vezes, o peso que sentimos hoje — seja no cansaço extremo ou na dificuldade de realizar projetos — não é apenas nosso. São pétalas que murcharam em nossas ancestrais e que, por amor e lealdade invisível, ainda tentamos carregar. A força feminina surge quando ocupamos o nosso lugar de direito no sistema. Quando olhamos para trás com reverência, aceitando a “terra” de onde viemos, permitimos que a seiva da vida flua sem interrupções. A constelação oferece a oportunidade de organizar esse jardim interno. É um convite para deixar ir o que é do passado e assumir o papel de Guardiã da própria história, florescendo com leveza e propósito. Afinal, florir é, acima de tudo, recordar quem realmente somos.
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