Postado em 16/01/2026 às 14h41
Nem todo início nasce em uma data marcada. Alguns começam como um incômodo silencioso, uma sensação difícil de nomear, mas impossível de ignorar. Janeiro Branco nos convida a falar sobre saúde mental de forma simples e necessária. Não como algo distante ou técnico, mas como parte da vida real. Cuidar da mente é, muitas vezes, permitir-se pausar e olhar para si com mais gentileza. Existem padrões que se repetem, relações que parecem seguir sempre o mesmo roteiro, cansaços que não passam nem com descanso. Às vezes, não é falta de força — é excesso de histórias carregadas sem perceber. A terapia surge como um espaço de escuta, onde o que estava confuso pode ganhar sentido e o que estava pesado pode encontrar lugar. Quando ampliamos o olhar para além do óbvio, compreendendo emoções, vínculos e experiências que nos atravessam, algo se reorganiza por dentro. O que era invisível se revela. O que doía encontra repouso. E novas possibilidades começam a se desenhar. Iniciar um processo terapêutico não é sinal de fraqueza. É um gesto silencioso de coragem e autocuidado. Talvez este janeiro não seja sobre prometer mudanças, mas sobre estar presente. Porque todo recomeço verdadeiro começa dentro.
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