Postado em 20/02/2026 às 11h53
Dentro de um avião, todos querem chegar ao destino. Os passageiros se acomodam, ajustam o cinto e aguardam. Para eles, o voo é espera. Para o piloto, é responsabilidade. Ele tirou mais de 200 toneladas do chão. Monitorou instrumentos. Desviou de formações meteorológicas. Corrigiu rotas. Enfrentou correntes ascendentes para reduzir turbulências. Tomou decisões silenciosas que ninguém viu. Mas, ao tocar o solo, tudo se resume a um instante: o pouso. Se for suave, aplausos. Se houver solavanco, críticas. O trajeto inteiro desaparece. Na vida profissional acontece o mesmo. Em um negócio, em uma obra, em um projeto. Meses de planejamento, cálculos, ajustes, imprevistos superados. E o julgamento vem concentrado na entrega final. É justo? Nem sempre. Mas é real. Por isso, além de fazer bem o caminho, mais do que tudo, é preciso cuidar da aterrissagem. A forma como se entrega, como se apresenta e como se conclui, geralmente, pesa tanto quanto ou mais, do que o percurso. No fim, o mundo aplaude mesmo, é o pouso. E para nós, engenheiros e arquitetos, além de muita prudência e perícia na condução, o que resta é exatamente isso: a obrigação de um bom pouso. É o que se entregou que será lembrado.
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