Postado em 03/02/2026 às 11h42
A tributação sobre a renda imobiliária entrou em nova fase no Brasil. O que por anos foi tratado como fonte estável de receita passou a sofrer pressão crescente, com aumento da carga tributária, novos enquadramentos legais e fiscalização mais sofisticada. Muitos proprietários ainda não sentiram os efeitos dessas mudanças, mas o impacto já existe e tende a se intensificar. O cenário torna-se mais delicado nos aluguéis de curta duração, especialmente os inferiores a 90 dias, comuns em locações por temporada. Nesses casos, a atividade deixa de ser simples renda imobiliária e passa a ser tratada como prestação de serviços. Na prática, a soma de impostos pode alcançar até 44% da receita bruta, comprometendo a rentabilidade do imóvel. Para quem mantém imóveis alugados na pessoa física, o risco é maior. Além do imposto de renda, surgem novas incidências e maior exposição ao Fisco. Diante disso, improvisar deixou de ser opção. Patrimônio imobiliário exige planejamento e decisões antecipadas. Quem possui imóveis alugados precisa compreender o impacto dessas mudanças antes que o custo se torne irreversível e gere prejuízos sério.
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