Postado em 13/02/2026 às 12h28
A Reforma Tributária sepulta de vez um costume antigo do mercado imobiliário brasileiro: o aluguel que existe, mas não é declarado. Durante anos, muitos proprietários adotaram o perigoso raciocínio do “se ele não declara, eu também não declaro”, confiando no anonimato, no pagamento em dinheiro ou em acordos informais. Esse cenário está prestes a acabar. Com a integração de dados, cruzamento eletrônico de informações e maior rastreabilidade financeira, a Receita passará a identificar rendas imobiliárias não declaradas com muito mais facilidade. Contratos informais, depósitos recorrentes, transferências bancárias e até padrões de consumo servirão como base para autuações. O risco fiscal deixa de ser abstrato e passa a ser concreto. O problema é que muitos proprietários continuam presos à lógica antiga, sem perceber que a mudança não é apenas tributária, mas estrutural. Multas, juros e autos de infração podem transformar uma renda aparentemente vantajosa em um passivo pesado e inesperado. Planejar-se deixou de ser opção. Quem insiste no improviso corre o risco de pag
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