23 de Abr de 2021
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São Paulo está na rota dos melhores tintos do mundo

Vale da Pedra e Speciale Syrah colocam São Paulo na rota dos melhores tintos do mundo

 Publicado em  29/08/2019 às 12h05  Estado SP  Cidades


Foto: Divulgação

Mais uma vez a vinícola Guaspari, de Espírito Santo do Pinhal, fez bonito e conquistou o paladar dos europeus. O Decanter World Wine Awards (DWWA), evento que ocorreu em maio, em Londres, e reuniu 17 mil amostras de 57 países, incluiu o Vale da Pedra na lista dos cinco melhores vinhos tintos produzidos no Brasil. Agraciado com a medalha de prata, o chardonnay, de coloração intensa e aromas de frutas vermelhas, é ideal para acompanhar queijos duros e carnes vermelhas. Em 2017, a Guaspari já tinha auferido a medalha de ouro, no mesmo certame, com o Syrah do Chá. 

Outra grata surpresa é o Speciale Syrah, produzido pela Casa Verrone, com sede em São José do Rio Pardo e que produz uvas em Itobi e Divinolândia. O vinho premiado foi feito com uvas do parreiral de Itobi, seu sabor é aveludado, com notas de frutas negras, menta e coco, além de notas de especiarias e caramelo. Acompanha bem fondue, queijos maturados, carnes vermelhas (nomeadamente assadas) e massas. O vitivinicultor Márcio Verrone já foi premiado duas vezes em competições nacionais. 

Completam a lista: o Diana Syrah, de Boa Esperança, Minas Gerais, que tem aroma frutado com apontamentos de ameixas, amoras e cerejas; o Colheita de Inverno Syrah, produzido na região da Serra da Mantiqueira, com aromas de frutas pretas maduras (entre elas, cassis, uvas passas, ameixas); e o Memória Teroldego, das Serras do Sudeste e Campanha, no Rio Grande do Sul, que possui coloração intensa e aromas frutados, sobressaindo-se as frutas negras e maduras, com notas de chocolate, café e baunilha, acompanha massas, pizzas, carnes vermelhas e risotos com queijo. 

DNA de Sucesso 

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), 92% das terras paulistas têm aptidão climática para a produção de uvas vitiviníferas. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apoia a expansão da vitivinicultura realizando pesquisas relacionadas ao desenvolvimento ou adaptação de novas cultivares, cursos e laboratórios especializados, assistência técnica, extensão e estimulando o associativismo e o empreendedorismo. 

Após décadas de pesquisas e investimentos públicos e privados, alguns resultados já podem ser comemorados: o Ardu íno, da Vinícola Marchese Di Ivrea, premiado na Exposição Mundial do Vinho, em Milão, é outro exemplo da riqueza da vitivinicultura paulista. O Cabernet Franc, produzido na Estância Turística de São Roque, que ficou entre os 16 melhores, entre 200 amostras de todo o País, em 2018, e o Entre Villas, da Vinícola Frutopia, de São Bento do Sapucaí, completam uma lista que poderia ser muito mais extensa e comprovam que São Paulo abriga o maior mercado consumidor e rótulos muito bem posicionados no ranking mundial. 

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