27 de Jun de 2022
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IBOGAINA ? PODE CURAR VICIOS?

O Brasil é um dos pioneiros nesse tratamento e os profissionais envolvidos

 Publicado em  02/07/2012 às 13h45  Brasil  Saúde


 

Vivemos numa sociedade onde os interesses pessoais se sobrepõem ao coletivo. Isso fica notório quando o governo mesmo sabendo que 200.000 pessoas morrem anualmente pelo uso de drogas se dispõe a aprovar lei que impede a detenção de quem seja pego com grandes quantidades de drogas, afinal de que lado eles estão?

Sem falar ainda que quando se fala de vícios que mata fazem a população acreditarem que o problema se resume ao tabaco e as drogas. Por que ninguém fala do álcool que mata em nosso país 2,5 milhões de pessoas?

Por que os meios de comunicação não se falam do poder da cura da Ibogaina?  Por que as autoridades não disponibilizam Ibogaina para os que dela necessita?

E você sabe o que é Ibogaina?  

Para quem não sabe, Ibogaína é uma substância extraída da planta Tabernanthe iboga, originária do Gabão, é uma planta  utilizada nos rituais da religião Bwiti, religião e rituais estes existentes desde a pré-história. Em 1962 Howard Lotsof, na época dependente de heroína, descobriu que uma única dose de Ibogaína foi suficiente para curar a dependência sua e de alguns amigos. Em 1983 Lostsof reportou as propriedades anti-adictiva da ibogaína e em 1985 obteve quatro patentes nos EUA para o tratamento de dependências de ópio, cocaína, anfetamina, etanol e nicotina. Fundou o International Coalition for Addicts Self Help e desenvolveu o método Endabuse, uma famacoterapia experimental que faz uso da ibogaíne HCl, a forma solúvel da ibogaína.A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo, alguns oficiais, outros underground. Desde essa época até hoje cerca de 10.000 pessoas já fizeram o uso  da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes.

Como tudo que é diferente, e como tudo que é inovador, existem também em relação à Ibogaína controvérsias e dúvidas, que tem origem na desinformação e no preconceito, e algumas vezes também em interesses econômicos.

O Brasil é um dos pioneiros nesse tratamento e os profissionais envolvidos, apesar de pouco conhecidos aqui, têm reconhecimento internacional. 

Ela é empregada no tratamento da DEPRESSÃO, picada de cobra, IMPOTÊNCIA MASCULINA, ESTERILIDADE FEMININA, AIDS, tem potencial para o tratamento do TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) em adultos e doenças degenerativas do sistema nervoso central e também como ESTIMULAMTE e AFRODISÍACO.

A ibogaína têm denominação química é 12-metoxibogamina. Pesquisas feitas em humanos e animais indicam que a erva age em dois sentidos, por um lado ela age na química cerebral, estimulando a produção da proteína GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permite que áreas do cérebro relacionadas com a dependência sejam reparadas e assim estimula a produção de neurotransmissores responsáveis pela produção do prazer; a serotonina e a dopamina. São essas substâncias que podem explicar o desaparecimento da fissura pela droga relatada por dependentes logo após  uma sessão.

Estudos preliminares também mostram que a ibogaína pode ajudar no tratamento do alcoolismo. Durante a pesquisa, ratos e camundongos foram induzidos ao consumo de álcool em doses diárias até habituarem-se à bebida. Os testes com Ibogaína demonstraram uma queda efetiva no consumo de álcool pelos roedores, diretamente relacionado ao aumento da produção de uma proteína pelo cérebro, o GDNF.

De acordo com o italiano Antonio Bianchi, médico e toxicólogo em produtos naturais, a ibogaína "age sobre uma quantidade de receptores neuronais. Sua característica fundamental é a sua ação sobre a NMDA (N-metil-D-aspartate). Estes receptores estão presentes, sobretudo em duas áreas: o HIPOCAMPO, que controla a memória e as recordações, e a SENSIBILIDADE PROPRIOCEPTIVA, parte responsável pela sensação que temos do nosso corpo físico." Se estes receptores são bloqueados, a pessoa constrói uma imagem do "eu" que não está relacionada com o eu físico, ou seja, está fora do corpo. Este seria o mecanismo neurofisiológico da "viagem astral", o ponto de encontro entre a teoria nativa e a científica. Nestas condições, o homem tende a construir aquilo que é definido como uma bird eye image, ou seja, o sujeito assume uma projeção de si mesmo a partir de uma posição do alto», afirma o médico.

Uma vez que a ibogaína chega ao fígado, torna mais fácil sua ação de distribuição e melhor atuação celular. Vários fatores simples podem evitar que baixe a ação da ibogaína no corpo, esses fatores são orientados pela equipe multidisciplinar do IBTA em avaliação prévia da administração da iboga.(Primeiro instituto pioneiro no Brasil na prática das mais diversas disfunções) Isso pelo fato de que quanto menos ela tiver que “brigar” com outras enzimas para diminuir sua ação, maior será o resultado de sua atuação no organismo.

 Ela produz efeito terapêutico acumulativo no tecido adiposo que é liberada lentamente no organismo. O efeito da substância pode ser sentido por vários dias.

A taxa média de eficácia da Ibogaína para tratamento da dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos de que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais é de 5%. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de sequelas, nem físicas, nem psicológicas, afirma prof°Rogério Moreira de Souza, mantenedor do                             IBTA- Paulínia.

 

Atualmente, a ibogaína é usada em países como Nova Zelândia e Holanda. Nos Estados Unidos ela serve apenas para fins acadêmicos. No Brasil, a substância não é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Apesar de não haver restrições legais ao consumo, a droga não pode ser comercializada em farmácias e nem produzida em laboratórios nacionais.



O médico Rasmussen Chaves rebate as críticas afirmando que existem várias pesquisas sendo desenvolvidas e cita as universidades de Nova York e Miami, nos Estados Unidos, e o Hospital de Sant Pau, em Barcelona, como exemplos. “As pesquisas nestas instituições demonstram que a ibogaína é uma substância efetiva no combate à dependência não só do crack, mas da cocaína e heroína. Não existem relatos de nenhuma complicação psiquiátrica desde o início do uso da substância há 40 anos.”

Talvez métodos de tratamento por internação, medicações ineficazes sejam economicamente mais interessantes do que tratar de forma definitiva por intermédio de algo tão simples – IBOGAINA.

Saiba mais www.ibtasaude.com

Ibtasaude.blogspot.com

Fone (19) 3844-8316 IBTA (Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas)

 

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