Publicado em 20/05/2022 às 14h27 Indaiatuba Cidades
Lucas Mantovani
Indaiatuba registrou uma queda acentuada da temperatura durante a semana, surpreendendo e obrigando a população a tirar os casacos do guarda-roupa. Atípica para esta época do ano, a temperatura caiu tanto por causa de uma massa de ar de origem polar. As temperaturas caíram nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste. Por conta do frio, a Prefeitura de Indaiatuba reforçou o trabalho com os moradores que estão em situação de rua.
Durante a semana, a cidade registrou 5º graus na madrugada de terça-feira, um dos dias mais frios do ano até aqui. Nas redes sociais, foi possível acompanhar o impacto na vida dos indaiatubanos, que em tom de brincadeira chegaram a se “liberar” da obrigação de tomar banho ao menos uma vez ao dia. “Lavar os pés será o novo banho completo”, comentou uma internauta em uma postagem de Facebook.
Apesar das brincadeiras e do reforço nos agasalhos e cobertores, a friaca dos últimos dias também fez com que a Prefeitura de Indaiatuba aumentasse as conversas com os moradores em situação de rua da cidade. Em nota, a Prefeitura informou que, junto a assistentes sociais, psicólogos e educadores sociais, está oferecendo os serviços socioassistenciais do município e cobertores.
Segundo o secretário de Assistência Social do município, Décio Rocha, os moradores que aceitam o convite municipal estão sendo direcionados à Comunidade do Farol. De acordo com Rocha, a situação piorou. “Sabemos que devido à pandemia e ao recesso econômico que nosso país atravessa, o número de pessoas em situação de rua aumentou em todo Brasil”, comentou.
Atualmente a Comunidade do Farol recebe 81 homens e 12 mulheres em situação de rua. Outras 6 vagas na modalidade república, que inclui homens e mulheres juntos, também são oferecidas.
Preço de alimentos deve subir por conta da temperatura
A expectativa para os próximos dias é de geada em diversos municípios, de acordo com o Climatempo, que tem por característica a lavoura de alimentos, especialmente as de milho e soja. O efeito prático da geada deve ser sentido mais uma vez no bolso dos consumidores, já que um aumento nos preços dos hortifrutis é esperado.
De acordo com Matheus Peçanha, economista e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (FGV-IBRE), a geada chega para ser mais um fator a encarecer o preço dos alimentos. “Esse problema de oferta vai gerar um aumento de preço num setor que já está bem estrangulado por conta de sucessivos choques de oferta e por causa do clima, e agora também por conta de outros custos acessórios, como os do diesel e dos fertilizantes”, afirmou. Uma possível baixa dos preços pode acontecer apenas em setembro, durante a primavera.
Os efeitos climáticos também poderão afetar o ramo da pecuária de leite. Caso a geada seja forte, pode prejudicar a qualidade das pastagens e diminuir a oferta de leite, o que também pode encarecer o preço.
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