07 de Dezembro de 2019
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Campinas divulga novo boletim epidemiológico de sarampo

No total, este ano, são 19 casos confirmados no município

 Publicado em  22/08/2019 às 16h00  Campinas  Saúde


Foto: Arquivo PMC

A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou ontem (21) um novo boletim epidemiológico de sarampo. No total, este ano, são 19 casos confirmados no município. Destes, 11 são em menores de um ano, seis são em crianças entre 1 ano e 4 anos e, dois, são em adultos de 20 a 34 anos. Ainda do total de 19 casos, quatro são de um surto numa creche no DIC 6 (informado no boletim epidemiológico de 22 de julho). Outros dois são de um surto familiar e referem-se a dois irmãos. Outras 13 ocorrências são de casos isolados em todas as regiões do município de Campinas. Não houve óbitos.

A Secretaria de Saúde adotou duas principais estratégias em relação ao sarampo. Uma delas é a vacinação de crianças de seis meses a menores de um ano de idade no município, desde o dia 8 de agosto. O município se antecipou à medida adotada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira, dia 21 de agosto, quando estendeu a orientação a todo o território nacional. Deve ser mantida a dose contra o sarampo aos 12 meses de idade, com um reforço aos 15 meses de idade, conforme previsto no calendário de vacinação de rotina da criança.

Também foi reforçada a orientação para que todas as pessoas mantenham o esquema vacinal indicado. Pessoas até 29 anos tomam duas doses da vacina. Dos 30 aos 59 anos, a recomendação é de uma dose. É importante que todas as pessoas que perderam a carteirinha de vacinação ou não têm registro das doses procurem o centro de saúde para atualizar o esquema vacinal. A vacina está disponível em todos os centros de saúde. 

A outra estratégia adotada pelo município é o bloqueio vacinal de todos que tiveram contato com casos suspeitos de sarampo. Essa ação é realizada indiscriminadamente, ou seja, independente da pessoa ter sido vacinada contra o sarampo antes ou não. A Vigilância em Saúde também reforçou a orientação de medidas de etiqueta respiratória. É necessário lavar bem as mãos ou passar álcool gel quando isso não for possível, evitar locais aglomerados – principalmente com crianças pequenas ainda sem o esquema completo de vacinação – e cobrir o rosto ao tossir ou espirrar. Ao procurar o serviço de saúde, as pessoas com suspeita da doença devem usar máscara cirúrgica como parte do isolamento respiratório. 

 

Sobre a doença 

A doença é de altíssima transmissibilidade. Um indivíduo infectado pode transmitir a doença para 16 pessoas e, quem não for vacinado, pode adquirir a doença. Os sintomas são irritação nos olhos, manchas vermelhas no corpo, febre acompanhada de tosse, coriza e mal estar intenso. 

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  • Foto: Arquivo PMC



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