Publicado em 30/07/2021 às 10h40 atualizado em 31/07/2021 às 23h45 - Brasil Saúde
Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, 170 alimentos têm maior potencial alergênico
Foto: Divulgação
Para você que é mãe de crianças pequenas, já deve ter se deparado com uma situação assim: ao dar a papinha para o seu bebê, ele começa a passar mal e bate aquele susto, de não saber o que fazer. De acordo com pesquisa da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), 8% de todas as crianças de até dois anos apresentam algum tipo de alergia alimentar, e descobrir a causa é por vezes uma tarefa difícil, já que são cerca de 170 alimentos com potencial alergênico.
O médico alergista e pneumologista José Roberto Zimmerman explica que as principais substâncias alergênicas estão nos laticínios, muito consumidos entre as crianças como leite de vaca, iogurtes, leites fermentados e queijos. Também é importante prestar atenção nos ovos, trigo, amendoim, frutos do mar e salgadinhos e biscoitos com farinha de milho.
“O composto alimentar tartrazina, presente em frutos do mar e batatinhas chips, é uma dessas substâncias potencialmente causadores de reações alérgicas em crianças. Inclusive pode confundir o sistema imunológico, porque tem composição química parecida com o ácido acetilsalicílico (ASS), portanto quem é alérgico a tartrazina geralmente também é ao ASS”, explica o médica
Os sintomas mais comuns podem incluir erupções na pele e vermelhidão; coceira na pele, olhos e boca; inchaço da língua; dores abdominais com ou sem diarreia; e nos casos mais graves, também desmaios, tonturas e dificuldades para respirar.
Diagnóstico e testes
O médico alergista explica que alguns testes alérgicos podem resultar numa espécie de “falso positivo”: “o teste pode apontar sensibilidade a vários alimentos, mas é importante não confundir sensibilidade com alergia. “Se a criança come abacaxi e não apresenta nenhum sintoma alérgico, não há motivo para retirar da dieta. A exclusão de diversos alimentos pode causar falta de nutrientes importantes”, alerta ele, por isso é importante ter muito cuidado, e além do acompanhamento com médico alergista, também é recomendada a consulta com um nutricionista.
Por isso, o diagnóstico mais certeiro não vem necessariamente do teste alérgico, mas sim, do histórico de sintomas relatados. Só um bom médico clínico é capaz de identificar os agentes alérgicos com certeza.
Possíveis causas
Além do contato com alimentos potencialmente alergênicos, a imaturidade da mucosa gastrointestinal nas crianças, alimentação da gestante e do bebê, privação do leite materno, que contém muitos anticorpos e até mesmo parto cesariano podem ser algumas das possíveis causas.
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