23 de Jan de 2022
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Município registra aumento de 50% em atendimento por síndromes gripais

Apesar de aumento nas confirmações, cidade não registra alta no número de mortes

 Publicado em  14/01/2022 às 11h27  Indaiatuba  Coronavírus


Pacientes aguardam atendimento no pronto-socorro do Hospital Augusto de Oliveira Camargo

Pacientes aguardam atendimento no pronto-socorro do Hospital Augusto de Oliveira Camargo
Foto: Reprodução

Por Lucas Mantovani

Assim como em diversas outras cidades do país, Indaiatuba viu os números relacionados a síndromes respiratórias dispararem após as festas de fim de ano. Segundo a secretária adjunta de Saúde, Heloísa Salatino, houve um aumento de 50% na busca por atendimentos nos prontos-socorros da cidade (UPA e HAOC) relacionados à Covid-19, influenza ou síndromes respiratórias em geral. Ainda, de acordo com o município, os atendimentos gerais aumentaram 61% entre os meses de dezembro e janeiro.   

Desde o dia 27 do último mês até o dia 12 de janeiro, data de encerramento desta reportagem, mais de 2,4 mil pessoas testaram positivo para o coronavírus na cidade, um aumento de 168%, se comparado ao ano de 2020. À época, usando o mesmo recorte de datas, o número de positivados foi menor, com 917 pessoas diagnosticadas. A taxa de positividade nos testes também aumentou, segundo a secretária adjunta Heloísa, passando de 22% no final de dezembro para 35% na primeira semana de janeiro.

Apesar da enorme alta nas confirmações, o número de óbitos na cidade se mantém estável por conta da Covid-19, sendo registrada 1 morte até o fechamento da matéria. Para efeito de comparação, mesmo com índice menor de casos registrados em 2020, foram computadas 20 mortes por conta da doença. O resultado é fruto das vacinas contra Covid-19. Em geral, apontam especialistas, o número de mortes com, no mínimo duas doses da vacina, é bem mais baixo, se comparado aos não-vacinados.

Variantes

Até o momento, não há confirmações oficiais de que a Ômicron, nova variante da Covid-19, esteja circulando no município. No entanto, a identificação das novas cepas é realizada por genotipagem apenas pelo Instituto Adolfo Lutz, em casos específicos e para fins epidemiológicos, não sendo feita uma checagem de rotina, uma vez que o genótipo do vírus não influencia em nada no tratamento do paciente. O vírus H3N2, responsável pela Influenza A, já foi diagnosticado em 3 pacientes da cidade.

Alteração nos atendimentos

Devido ao aumento de casos, os prontos atendimentos públicos e particulares registraram filas e reclamações foram postadas em redes sociais por causa da demora do atendimento nos primeiros dias do ano. A partir do aumento expressivo dos casos na cidade, a Prefeitura de Indaiatuba ampliou o atendimento da sua rede, redirecionando os casos mais leves e também os testes de Covid-19 para as 17 Unidades Básicas de Saúde do município. Somente os casos mais graves devem ser encaminhados ao HAOC e à UPA

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    Pacientes aguardam atendimento no pronto-socorro do Hospital Augusto de Oliveira Camargo
    Foto: Reprodução



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