05 de Mar de 2021
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Jornalista conta histórias de portadoras de doença autoimune

Beatriz Santos faz tratamento para alopecia areata e, além de ter escrito um livro, produz conteúdo na internet

 Publicado em  22/01/2021 às 10h52  Campinas  Saúde, beleza e bem estar


As jornalistas Andressa Pedras e Beatriz Santos no dia do lançamento de seu livro “Era uma vez um cabelo”, pela Editora Paulinas

As jornalistas Andressa Pedras e Beatriz Santos no dia do lançamento de seu livro “Era uma vez um cabelo”, pela Editora Paulinas
Foto: Arquivo pessoal

Beatriz Santos é jornalista, formada há 7 anos. Desde os primeiros anos da graduação, ela teve que conviver com o surgimento de uma doença autoimune, chamada alopecia areata, a qual faz cair total ou parcialmente o cabelo de quem a possui.

Foi aí, que, aprendendo a lidar com essa condição todos os dias, ela procurou mais informações e descobriu que nunca havia sido lançado nenhum livro jornalístico com histórias reais de pessoas que passavam por essa situação. Foi o pontapé inicial para o seu trabalho de Conclusão de Curso, juntamente com a amiga e jornalista Andressa Pedras. O resultado foi o livro “Era uma vez um cabelo: alopecia areata em histórias reais”, publicado em 2017, pela Editora Paulinas.

Depois da edição do livro, Beatriz se dedicou a criar, ela mesma, a sua própria editora de livros: a Traçado Editorial. Até hoje foram publicados três livros. O primeiro foi “Vale a pena ver de novo?”, tese de doutorado em TV e Cinema da Profª Juliana Sangion, docente da PUC Campinas, “Sobre limão e linhas tortas” da jornalista Bárbara Garcia, e “Vitalina Cherubim: neta de escravos em conversas com café quente”, este último o mais recente, escrito pela jornalista Maria Alice da Cruz, com uma série de crônicas contadas por Vitalina Cherubim, que como o nome já diz, é uma senhora, neta de escravos que fez no ano passado 101 anos, e tem lindas histórias para compartilhar.

Desde o começo da pandemia, Beatriz tem se dedicado a produzir conteúdos on-line, em seu Instagram @eraumavezumcabelo.

“No começo eu me preocupava em explicar sobre a doença em si, mas com o tempo fui percebendo que, assim como eu, o público que me segue já conhece a doença e muitas vezes já a possui. Então, eu precisava falar mais sobre como eu faço para lidar com a doença de forma positiva, todos os dias da minha vida. Além de mostrar que não existe certo ou errado, algumas pessoas usam peruca, outras não, como eu. Há os que frequentam os grupos de apoio, e os que preferem lidar com isso sozinhos. Cada um faz o melhor que pode”.

Para os próximos meses, Beatriz conta que planeja fazer lives toda semana focando em assuntos ligados ao autoconhecimento e a autoestima. Para quem quiser conhecer mais sobre Beatriz, é só seguir os perfis da Traçado Editorial (@tracadoeditorial) e do livro (@eraumavezumcabelo) no Facebook e Instagram.

Galeria de mídia

  • As jornalistas Andressa Pedras e Beatriz Santos no dia do lançamento de seu livro “Era uma vez um cabelo”, pela Editora Paulinas

    As jornalistas Andressa Pedras e Beatriz Santos no dia do lançamento de seu livro “Era uma vez um cabelo”, pela Editora Paulinas
    Foto: Arquivo pessoal



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