20 de Outubro de 2019
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Instituto Adolfo Lutz confirma febre maculosa em Indaiatuba

Morte de moradora do Colinas do Mosteiro de Itaici foi noticiado com exclusividade pelo Mais Expressão

 Publicado em  07/10/2019 às 14h24  Indaiatuba  Cidades


Equipe de Vigilância em Saúde realiza ação de orientação em Itaici

Equipe de Vigilância em Saúde realiza ação de orientação em Itaici
Foto: Eliandro Figueira RIC/PMI

A Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde recebeu hoje (7) do Instituto Adolfo Lutz o resultado positivo do exame para febre maculosa. A vítima foi uma mulher de 58 anos, moradora do Mosteiro de Itaici que faleceu no dia 13 de setembro no Haoc (Hospital Augusto de Oliveira Camargo) no atendimento por convênio. O Mais Expressão noticiou o fato com exclusividade, no último dia 17 de setembro. 

Moradora de condomínio é vítima de febre maculosa

A Prefeitura intensificou as medidas com relação a precaução e informações sobre Febre Maculosa, realizando ações de orientações aos moradores do condomínio, reforçou as placas como área de alerta e orientou o condomínio sobre as formas adequadas de prevenção. Além disso, mandou informativo de atenção aos sintomas e sinais de Febre Maculosa para equipes de saúde da cidade tanto no atendimento SUS como na rede particular.

Febre Maculosa

A febre maculosa é uma doença infecciosa febril aguda, causada pela bactéria Rickettsia rickettsii. Os principais vetores e reservatórios são os carrapatos do gênero Amblyomma; o carrapato-estrela. De acordo com o Departamento de Vigilância Epidemiológica, os equídeos, os roedores, como a Capivara, e os marsupiais, como o gambá, têm importante participação no ciclo de transmissão da febre maculosa. Mas o Amblyomma pode ser encontrado em aves domésticas (galinhas, perus), aves silvestres (seriemas) e mamíferos (boi, carneiro, cabra, cão, porco, veado, cachorro do mato, coelho, cotia, quati, tatu, tamanduá). Nos humanos, a febre maculosa é adquirida pela picada do carrapato infectado e a transmissão geralmente ocorre quando o carrapato permanece aderido ao hospedeiro por um período de, pelo menos 4 a 6 horas. Não há transmissão entre seres humanos, não sendo necessário o isolamento do paciente.

 

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  • Equipe de Vigilância em Saúde realiza ação de orientação em Itaici

    Equipe de Vigilância em Saúde realiza ação de orientação em Itaici
    Foto: Eliandro Figueira RIC/PMI



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