15 de Novembro de 2019
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Blog / Luiz Flávio Gomes

A pontuação faz toda diferença


Postado em 21/10/2013 às 15h24


 

 

 

“Um homem muito rico estava bastante mal. Pediu papel e caneta e escreveu: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.” Morreu antes de colocar a pontuação na frase. Pergunta-se: a quem deixava ele a sua fortuna? Eram quatro concorrentes.

 

1. O sobrinho fez a seguinte pontuação:

– Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

 

2. A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:

– Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

 

3. O alfaiate pediu a cópia do original e pontuou:

– Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

 

4. Um descamisado da cidade fez esta interpretação:

– Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres [todos os bens aos pobres]”.

 

Nossos comentários: um dos deveres da nossa existência é colocar pontuação (regramentos) na nossa vida. Muda radicalmente o sentido das frases (e da própria vida) quando elegemos uma interrogação, uma exclamação ou um ponto final. Assim são as frases e assim é a nossa vida. Nós é que colocamos os pontos nelas. Muitas vezes porque há uma dúvida, outras porque existe regozijo a proclamar. A mais infinita tragicidade, no entanto, sem sombra de dúvida, pode estar reservada ao ponto final.

 

Fonte textual e/ou de inspiração: http://gambare.uol.com.br/2006/07/15/colocando-pontos-em-nossa-vida/

 



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